crônica / Sem categoria

QUASE LÁ

12 de dezembro de 2017


Domingo eu parei de fumar Marlboro Light e entrei pra essa modinha Virginia tabaco…

Eu dei um trago pela primeira vez no sábado, apesar que a modinha já está rolando faz anos, tinha uma mãe na festinha de criança que era o clone da Amy Winehouse e estava fumando um.

It took me an Amy Winehouse – Posso provar? – Claro! – Eu nunca te vi nas festinhas da escola! – Meus filhos estudam em outra escola!

A gente tem que gritar em festinha de criança. – Achei gostoso!

Amizades de fumódromo…

Amy se ofereceu para me fazer um, eu disse que eu mesma podia tentar e consegui sem nenhuma dificuldade. Trocamos telefone, Amy me contou que se mudou para Aldeia da Serra e está voltando para São Paulo: – Não consegui! Eu queria mas eu não consigo!

Até Raduan Nassar voltou a morar em Pinheiros, Amy…

Não sei porque a gente carrega o mundo nas costas. Tem que parar de fumar, tem que morar no meio do mato, tem que isso…

Será que eu posso me considerar uma ex-fumante fumando tabaco?

Comprei velas de sete dias no Mambo. Comprei as frigideiras no Mambo.

Eu posso parar de fumar Marlboro. Eu posso comprar as frigideiras no Mambo.

Acho que estou enlouquecendo porque o Zyban que acabou. Mandei mensagem pro Dr. Marcelo: Parei de fumar de novo. Preciso de Zyban e um atestado médico pra academia do clube que venceu.

Sabe o que eu já comprei no Carrefour? Óleo de carro.

Pergunta se alguma vez eu tive coragem de falar pro moço do posto cobrar só o serviço que tinha trazido o óleo do carro?

Coisa de pobre.

Não sei se eu comento com o Dr. Marcelo sobre o Virginia Gold.

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Vaca

Autor

Moo

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